Guilherme Cortez com o punho erguido em frente ao Congresso Nacional, em Brasília

Guilherme Cortez — Deputado Federal — 5005

Guilherme Cortez para deputado federal

A coragem de uma geração que trabalha, sonha e luta por São Paulo. Agora, vamos levar essa força para Brasília.

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Guilherme Cortez em frente ao Congresso Nacional, em Brasília
Deputado estadual advogado professor

De Franca para o Brasil

Quem é Guilherme Cortez?

Guilherme Cortez 5005 é um dos deputados mais jovens do Brasil. Eleito com a campanha mais barata de São Paulo, se destacou com o mandato mais combativo do estado. Liderou a oposição ao governo Tarcísio e a luta contra a privatização da Sabesp, se tornando a voz de uma nova geração de esquerda nas redes.

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A vida ficou cara demais para quem trabalha duro e mal chega ao fim do mês. Escolha um tema e conheça as ideias para virar esse jogo.

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FASE 01

Para a vida valer a pena

Fim da escala 6x1, taxação de grandes fortunas e valorização do salário de quem trabalha.

É preciso colocar o bem-viver, a dignidade, a vida além do trabalho e o direito ao futuro no centro da política econômica e social. A realidade atual é de jornadas de trabalho extenuantes, baixos salários, encarecimento da vida, endividamento das famílias, destruição ambiental e falta de perspectivas para a juventude. Queremos uma vida que valha a pena: em que todos possam prosperar juntos, em que as desigualdades sejam combatidas e não ampliadas, e em que o Estado garanta direitos fundamentais e serviços públicos de qualidade para toda a população.

Chega dessa lógica que submete a vida humana e o meio ambiente à busca insaciável pelo lucro de grandes corporações e bilionários. É hora de agir para melhorar as condições de vida, proteger as famílias do sufocamento financeiro e da violência e tirar a classe trabalhadora da exaustão física e mental impostas pelo capitalismo.

O que vamos defender

  1. Aprovação imediata da PEC pelo fim da escala 6x1, com redução da jornada semanal de trabalho para 40 horas sem redução salarial
  2. Regulamentação do imposto sobre grandes fortunas e ampliação da tributação sobre lucros e dividendos para aumentar o financiamento da saúde e educação públicas, inovação tecnológica e transição verde
  3. Política nacional de valorização salarial dos servidores públicos acima da inflação, a exemplo da política de valorização do salário mínimo, e instituição de pisos salariais nacionais para as categorias que ainda não os possuem, como assistentes sociais
  4. Mudança da legislação sobre terceirizações, restringindo suas modalidades, e ampliação da proteção trabalhista aos trabalhadores terceirizados
  5. Regulação da "pejotização", de forma a impedir a ocorrência de fraudes trabalhistas
  6. Proibição total das propagandas de apostas digitais (bets), equiparando suas restrições à legislação antitabagista
  7. Marco Regulatório da Inteligência Artificial, visando à proteção de categorias de trabalhadores afetados, à proteção da soberania nacional e ao estabelecimento de regras rígidas de bioética e cibersegurança
  8. Revisão da legislação sobre vale-refeição e vale-transporte, de forma a ampliar seu uso e minimizar os descontos salariais autorizados pelas empresas
  9. Fortalecimento dos mecanismos de asfixia financeira do crime organizado, com regras rígidas para a fiscalização de bancos e fintechs
  10. Extinção de todas as modalidades de emendas parlamentares secretas ou orçamentos paralelos do Poder Legislativo, reorientando os recursos para o planejamento público universal
  11. Fim de supersalários e penduricalhos para deputados, senadores e altas cúpulas dos poderes Executivo e Judiciário
FASE 02

Nossa chance

Fim do estágio não remunerado, ingressos culturais mais justos e mais saúde mental pros jovens.

Nossa geração vive a realidade da precarização do trabalho, do adoecimento mental massivo e do cerceamento do direito ao lazer e à cultura por uma lógica mercadológica de gestão do espaço público e do direito à cidade. Marcada pelos empregos de péssima remuneração, estágios fraudulentos e falta de perspectivas no início da vida profissional, somos coagidos a aceitar subempregos e a pagar preços abusivos para ter acesso à cultura e ao entretenimento nas cidades.

Não podemos ser tratados como mão de obra barata nem como meros consumidores a serem explorados pela ganância dos grandes capitalistas. É preciso combater a precarização, defender políticas públicas de promoção e cuidado da saúde mental, democratizar o acesso à cultura e garantir o consumo digno.

O que vamos defender

  1. Atualização da Lei do Estágio, proibindo o estágio não remunerado e assegurando direitos trabalhistas ao estagiário
  2. Projeto "Ingresso Justo", regulamentando a cobrança de taxas em shows, espetáculos e eventos culturais, proibindo as cobranças abusivas, obrigando as empresas a ressarcir diretamente os consumidores pelo prejuízo e vedando a segmentação da meia-entrada
  3. Criminalização da prática de cambismo em shows, espetáculos e demais eventos culturais e regulamentação das vendas e revendas de ingressos por meio digital
  4. Ampliação da Rede CAPS Juventude no SUS, focada na saúde mental do jovem trabalhador e estudante, investimento em publicidade em ambiente digital para prevenção ao adoecimento mental e criação de mecanismos virtuais de atendimento
  5. Obrigatoriedade de psicólogos e assistentes sociais em escolas e universidades, capacitados para o atendimento em casos de bullying e outras formas de assédio, opressões de sexualidade e gênero, desenvolvimento de vício e dependências e outras formas de sofrimento psíquico e mental associadas ao ambiente digital
FASE 03

Nada sobre nós sem nós

Direitos LGBTI+, combate ao feminicídio, legalização do aborto e da maconha, memória da ditadura.

A desigualdade atinge todos os brasileiros, mas afeta sobremaneira uma parte da sociedade. Nossas ruas e lares são mais inseguros para as mulheres, as ofertas de emprego são menores e mais restritas para as pessoas LGBTI+, a polícia é ainda mais violenta com a população negra e nossas crianças e adolescentes são ainda mais suscetíveis ao assédio no meio digital.

A discriminação estrutural e a violência motivada pelo ódio exigem respostas estatais transversais que garantam proteção física, acolhimento institucional e autonomia sobre o próprio corpo. Avançando na proteção e garantia de direitos humanos a essas pessoas, nossa sociedade se torna mais segura e justa para todos.

O que vamos defender

  1. Legalização do direito à união e adoção homoafetiva, com extensão de todos os direitos assegurados aos casais heterossexuais
  2. Garantia do direito à não discriminação de pessoas LGBTI+ no processo de doação de sangue, com responsabilização em caso de descumprimento
  3. Efetivação da criminalização da LGBTIfobia, com mecanismos de controle e fiscalização da lei
  4. Garantia do direito à retificação do nome e identidade de gênero por pessoas transexuais e travestis, de forma gratuita
  5. Protocolo de segurança em aplicativos de relacionamento, com adoção de ferramentas internas de verificação de identidade com preservação da privacidade, compartilhamento de localização como medida de segurança e botão de emergência integrado às forças de segurança
  6. Obrigatoriedade de implementação em âmbito nacional das Delegacias Especializadas em Crimes de Ódio e Intolerância (DECRADI) ou semelhantes nos municípios
  7. Capacitação de agentes de segurança pública, do sistema socioeducativo e servidores de educação, saúde e assistência social para o atendimento humanizado da população LGBTI+
  8. Facilitação do processo de quebra de patentes de medicamentos preventivos e profilaxias contra o HIV/Aids e outras ISTs
  9. Universalização da distribuição de PrEP e PEP por meio do SUS, garantindo seu fornecimento em todos os municípios
  10. Implementação de programas curriculares de educação para a diversidade sexual e de gênero no ensino básico e capacitação contínua nas universidades e institutos federais, visando ao combate aos crimes de ódio e intolerância e à prevenção da violência sexual
  11. Desmantelamento e criminalização de redes organizadas de incitação à LGBTIfobia, misoginia, racismo, xenofobia e discurso de ódio contra grupos vulneráveis, com previsão de aumento de pena, fortalecimento dos mecanismos de cooperação internacional para identificação dos criminosos e responsabilização das plataformas
  12. Legalização e regulamentação da cannabis para uso medicinal, por meio do estabelecimento de um marco legal para as associações, política de universalização do acesso ao tratamento via SUS e incentivos tributários para as medicações
  13. Legalização e regulamentação da maconha, como estratégia para enfraquecer o crime organizado, combater o superencarceramento e promover a redução de danos
  14. Regulação das redes sociais, responsabilizando as plataformas digitais pela promoção de discursos de ódio, incitação à violência e difusão de desinformação
  15. Criminalização da misoginia como crime de ódio de gênero, como medida essencial para proteger as mulheres e conter a epidemia de feminicídios
  16. Legalização do aborto como política de saúde pública e garantia de direitos, para proteger a vida e a saúde de meninas e mulheres, acompanhada de programas de prevenção à gravidez indesejada e enfrentamento à violência sexual
  17. Uso obrigatório de câmeras corporais de acionamento automático e gravação contínua para todos os agentes de segurança pública portadores de armas de fogo, garantindo transparência e proteção a policiais e cidadãos
  18. Combate ao racismo religioso e proteção às religiões de matriz africana, garantindo a defesa legal dos terreiros, a capacitação de servidores públicos e a promoção de programas educativos para a tolerância religiosa
  19. Tombamento e preservação de todos os locais usados para sequestro, tortura e assassinato pela ditadura militar, garantindo sua conversão em espaços de memória, verdade e museus
  20. Alteração obrigatória do nome de locais e prédios públicos que homenageiam agentes da ditadura militar, renomeando-os em homenagem a ativistas de direitos humanos e vítimas do regime
FASE 04

A rua é nossa

Tarifa zero no transporte, aluguel mais acessível e fim da especulação imobiliária.

As cidades brasileiras foram transformadas em mercadorias a serviço da especulação imobiliária, resultando na expulsão da classe trabalhadora para periferias desprovidas de infraestrutura, no encarecimento abusivo dos aluguéis nos centros urbanos e em sistemas de transporte coletivo caros, sucateados e privatizados, quando não dominados pelo crime organizado.

A cidade deve pertencer a quem nela vive e trabalha, e não aos fundos imobiliários ou às concessionárias privadas de serviços públicos. O transporte público, a água, o saneamento e a moradia são direitos humanos inalienáveis e devem ser geridos sob controle social e lógica pública. A rua é nossa.

O que vamos defender

  1. Instituição do Programa Nacional de Tarifa Zero no transporte público municipal e intermunicipal
  2. Projeto "Aluguel Acessível", fixando limites para reajustes e regulamentando plataformas de locação de curta temporada, de forma a evitar o aumento geral no valor dos aluguéis
  3. Criação de diretrizes federais para a reversão das privatizações e reestatização de serviços essenciais, como água, saneamento, energia, linhas de metrô e trens urbanos
  4. Tributação de grandes fundos imobiliários e imóveis ociosos mantidos para fins de especulação imobiliária
  5. Proibição da cobrança de qualquer taxa para utilização individual de parques, praças, praias ou outros espaços públicos, inclusive aqueles sob regime de concessão
  6. Plano de expansão da malha cicloviária nos municípios e ampliação do acesso a bicicletas, patinetes e outros meios de transporte sustentáveis
FASE 05

Nosso futuro em comum

Reforma agrária ecológica, combate ao desmatamento e taxação dos grandes poluidores.

A crise climática global manifesta-se com extrema gravidade nas cidades e no campo, penalizando desproporcionalmente as populações mais vulneráveis, em especial as pessoas pobres e racializadas, por meio de secas, enchentes e ondas de calor. Esse cenário é agravado pela ação predatória do agronegócio, pelo desmatamento e pelo surgimento de novos vetores poluentes, como o consumo desenfreado de água e energia por grandes centros de dados (datacenters).

Temos compromisso irrestrito com a justiça climática. Combater o colapso ecológico exige enfrentar diretamente os interesses do agronegócio predatório, tributar os superpoluidores e planejar as cidades para suportar os eventos extremos, garantindo um ambiente saudável para o presente e para o futuro.

O que vamos defender

  1. Reforma agrária ecológica para acabar com a desigualdade fundiária e garantir comida barata, sem veneno e de boa qualidade para toda a população
  2. Plano Nacional de Arborização Urbana, com a criação de regras e metas obrigatórias para restauração e ampliação da cobertura vegetal nos municípios
  3. Regulamentação de protocolos de segurança climática e fornecimento gratuito de água potável em shows, festivais e megaeventos
  4. Reforma Tributária Ecológica, com supertaxação de jatinhos, iates e grandes emissores de carbono
  5. Regulamentação da instalação e operação de datacenters no Brasil, garantindo a soberania e a segurança dos dados nacionais, a proteção da soberania energética e a mitigação dos impactos socioambientais
  6. Maior rigor e transparência na legislação sobre agrotóxicos, ampliando as restrições ao seu uso e garantindo a proteção da saúde pública e do meio ambiente
  7. Rigor e punição severa no combate ao desmatamento, aumentando as penas aos infratores e exigindo a recomposição e reparação integral da vegetação destruída
  8. Endurecimento das regras sobre o uso e manejo do fogo, com punições mais severas para queimadas criminosas e responsáveis por incêndios ambientais
  9. Revogação de todas as normas que fragilizam a proteção ambiental e adequação do Código Florestal às exigências e urgências da crise climática
  10. Plano Nacional de Adaptação Climática, com a adoção de metas de adaptação em repartições, espaços públicos, moradias populares e meios de transporte coletivo dos municípios
  11. Obrigatoriedade de compras da agricultura familiar agroecológica em órgãos e equipamentos mantidos pela União, com ampliação do percentual mínimo
  12. Aprovação do Marco Legal da Transição Energética, estabelecendo diretrizes para a descarbonização da economia e a expansão das energias renováveis
  13. Aumento das penas dos garimpeiros ilegais e financiadores, responsabilizando-os pela recuperação ambiental e pela reparação dos danos às populações atingidas
  14. Revisão do Marco Legal do Saneamento, para vedar a privatização dos serviços de água e saneamento e exigir a revisão dos processos em curso
  15. Instituição do Sistema Nacional de Atendimento Veterinário Público e do Programa Nacional de Castração, com financiamento garantido por fundo constituído por multas, TACs e compensações ambientais
  16. Elaboração da Política Nacional de Proteção Animal em Desastres, garantindo o resgate, abrigo e assistência à fauna doméstica e silvestre em eventos climáticos extremos
  17. Proibição de práticas cruéis e maus-tratos a animais na agropecuária, banindo métodos equivalentes à tortura nas etapas de criação, transporte e abate
FASE 06

Acessar, permanecer e prosperar

Mais cotas, moradia estudantil e bolsas de permanência nas universidades públicas.

As universidades e institutos federais são patrimônios estratégicos para a soberania, a ciência e o desenvolvimento nacional, mas sofrem constantemente com contingenciamentos orçamentários, precarização de suas estruturas e ataques político-ideológicos da extrema-direita.

A universidade pública deve ser gratuita, laica, de excelência e aberta ao povo. A democratização do acesso ao ensino superior deve ser acompanhada obrigatoriamente pelo fortalecimento das políticas de permanência estudantil, garantindo que o filho do trabalhador entre, permaneça e se forme.

O que vamos defender

  1. Consolidação e expansão da Lei de Cotas Raciais e Sociais, implementando a obrigatoriedade de cotas para pessoas com deficiência (PCD) e trans, além da universalização do vestibular indígena nas instituições federais
  2. Nacionalização do Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), garantindo verba própria para a construção de restaurantes universitários e moradias estudantis próximas aos campi, bem como o pagamento de bolsas de permanência em quantidade suficiente e valor digno
  3. Constitucionalização da permanência estudantil como princípio indissociável das universidades
  4. Política Nacional de Empregabilidade Jovem, com a criação de incentivos para o jovem recém-egresso da universidade se inserir no mercado de trabalho de sua área de formação e ingressar em programas de pós-graduação
  5. Estabelecimento de uma política nacional de reajuste e valorização das bolsas de pesquisa de pós-graduação e ampliação da proteção trabalhista aos pesquisadores
FASE 07

A gente quer comida, diversão e arte

Meia-entrada garantida, fim do cambismo e incentivo ao cinema e à cultura independente.

A cultura foi eleita como uma das principais inimigas da extrema-direita nos últimos anos. E isso não é à toa. A cultura é a expressão da liberdade, da diversidade e da coletividade, tudo o que eles buscam atacar. A cultura dá sentido à nossa vida, justamente o que eles buscam exterminar.

Quando não estão sendo atacados pelos conservadores, nossos meios de cultura estão sendo devorados pelas grandes corporações, que se aproveitam da desregulamentação do setor para diminuir ainda mais o espaço de produções nacionais, regionais ou independentes.

O que vamos defender

  1. Regulamentação da cota de tela para o cinema nacional, com o estabelecimento de regras para os horários de exibição dos filmes, número de salas disponibilizadas, divulgação e diversificação dos títulos
  2. Garantia da meia-entrada como um direito, vedando práticas como o fracionamento ou segmentação
  3. Estabelecimento de incentivos para promoção do cinema, teatro, dança, artes plásticas, artes visuais e outras modalidades de cultura independente
  4. Regulamentação das plataformas de streaming, com fixação de alíquota justa, restrição a descontos e abatimentos por parte das plataformas e regulação da publicidade na contratação dos planos
  5. Imunidade tributária total sobre mídias físicas culturais, como discos de vinil, CDs e jogos em disco, igualando-se ao regime de livros, jornais e revistas
  6. Criação de incentivos para a preservação de cinemas, teatros e outros estabelecimentos culturais de rua
FASE 08

Educar para transformar

Fim do Novo Ensino Médio, valorização docente e mais saúde mental nas escolas.

O ensino básico no Brasil tem sido submetido a reformas regressivas que precarizam a formação dos estudantes, somadas a um processo de privatização velada por meio da substituição do trabalho docente por plataformas digitais e pela falta de valorização profissional dos educadores.

A educação pública é instrumento de emancipação humana e social. Estamos com os estudantes, os professores e trabalhadores da educação, defendendo o ensino presencial e crítico, a valorização das carreiras e a gestão democrática das escolas públicas, com a tecnologia a serviço da melhoria da qualidade e das condições de ensino, e não da sua precarização.

O que vamos defender

  1. Revogação total do Novo Ensino Médio (NEM) e construção de uma diretriz curricular cidadã, científica e interdisciplinar, com o emprego da tecnologia a serviço da melhoria das condições de ensino e estudo
  2. Criação da Política Nacional de Defesa da Docência, proibindo o uso de aplicativos e plataformas de inteligência artificial em substituição a materiais didáticos, aulas presenciais e ao trabalho direto dos professores
  3. Capacitação dos docentes e servidores para inclusão de conteúdos transversais voltados à prevenção de crimes de ódio e cibernéticos, bem como à promoção dos direitos humanos na rede básica de ensino
  4. Regulamentação nacional das funções, formações, atribuições, carreiras e financiamento dos profissionais da educação, com destaque para a educação especial, garantindo valorização, segurança jurídica e respeito a esses trabalhadores
  5. Inclusão de conteúdos transversais voltados à educação climática na rede básica de ensino
  6. Proibição da privatização ou terceirização na gestão de escolas públicas e obrigatoriedade de reversão dos processos concluídos ou em curso
  7. Obrigatoriedade da oferta, pelos estados, de atendimento psicossocial aos docentes, servidores e estudantes, bem como acompanhamento contínuo
  8. Estabelecimento de diretrizes para a retomada e valorização do brincar livre e da independência na infância e adolescência nas instituições de ensino, em detrimento do uso excessivo de smartphones, tablets e semelhantes
  9. Instituição da Política Nacional de Saúde Mental dos Profissionais da Educação, garantindo atendimento psicológico preventivo e prioritário pelo SUS, protocolos de acolhimento pós-agressão, licença para recuperação mental, prevenção ao burnout e enquadramento da violência escolar como problema de saúde pública
  10. Criação do Programa Nacional Escola Segura e do Observatório Nacional da Violência Escolar, com financiamento do FNDE para prevenção não militarizada, mediação de conflitos, equipes multiprofissionais nas escolas, formação continuada de docentes e registro unificado de casos e afastamentos
  11. Garantia de assistência jurídica, proteção institucional e campanhas de valorização dos profissionais da educação, assegurando apoio legal gratuito aos docentes vítimas de violência, mecanismos de proteção contra retaliações e campanhas nacionais de conscientização para combater a agressão e respeitar a autoridade pedagógica
FASE 09

Brasil soberano, América nossa

Taxação dos bancos, fim do Arcabouço Fiscal e soberania sobre nossos recursos naturais.

O Brasil precisa superar a condição de mero exportador de matéria-prima e as políticas neoliberais de austeridade fiscal que paralisaram a capacidade de investimento do Estado. As taxas de juros abusivas, que endividam a população, e os lucros astronômicos dos grandes bancos, que roubam parte da renda nacional, precisam ser enfrentados.

Queremos um Brasil soberano, reindustrializado, próspero e com justiça social. Defendemos o controle estatal sobre nossos recursos naturais e áreas estratégicas para segurança e o desenvolvimento do país. Estamos pelo fim do arrocho fiscal que impede o crescimento qualificado do país. É preciso acabar de vez com o modelo neoliberal que sufoca o desenvolvimento do Brasil e piora a vida das pessoas.

O que vamos defender

  1. Tributação progressiva sobre os lucros extraordinários dos grandes bancos
  2. Fixação de teto legal para as taxas de juros do cartão de crédito rotativo e do cheque especial
  3. Revogação do Arcabouço Fiscal para liberação de investimentos públicos massivos em infraestrutura social, saúde e educação
  4. Estabelecimento do controle público e estatal sobre as reservas de terras raras, energia, minerais críticos e petróleo
  5. Reversão da privatização da Eletrobras e de ativos da Petrobras: retomada do controle público para assegurar a soberania energética e baratear a luz e os combustíveis
  6. Reversão da autonomização do Banco Central
  7. Plano Nacional de Reindustrialização focado em inovação tecnológica de ponta, soberania digital e transição ecológica verde
  8. Denúncia e fim de acordos militares, econômicos e institucionais com governos praticantes de genocídio e violações sistemáticas do direito internacional, com a ruptura de relações diplomáticas e econômicas do Brasil com o Estado de Israel
  9. Construção de frentes parlamentares de integração soberana da América Latina e do Sul Global focadas na paz, no desenvolvimento compartilhado e na justiça climática
  10. Endosso às resoluções aprovadas na ONU pelo fim imediato do bloqueio a Cuba
Guilherme Cortez em uma foto coletiva com apoiadores na Avenida Paulista

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